Princesa
Isabel x Abolição dos escravos
“... se houvesse ainda escravos no Brasil, nós voltaríamos para
liberta-los”.
Princesa Isabel
Há 116 anos, o Brasil tinha sua economia baseada na exploração do trabalho escravo. A escravidão existe desde 1530, quando o Brasil ainda era colônia de Portugal. Em 1850 o governo de Pedro II acabou com o comércio de escravos, sendo este um grande passo para à abolição. O movimento pelo fim da escravidão ficou forte em 1879, quando pessoas como Joaquim Nabuco, José do Patrocínio, André Rebouças, luís Gama e Joaquim Serra, começaram a protestar contra o regime.
No dia 13 de maio de 1888, a escravidão foi abolida através da Lei Áurea, que dava liberdade a todos os escravos, assinada pela Princesa Isabel, aos 41 anos, que deixara seu nome definitivamente na história. Por detrás de sua assinatura, havia o clamor de diversas pessoas (cujos nomes citei acima) que lutaram junto com ela para que tal lei fosse implantada.
A princesa Isabel nasceu no Palácio de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, em 29 de junho de 1846. Era filha do Imperador Pedro II e de Tereza Cristina, terceira Imperatriz do Brasil. Torno-se herdeira do trono com apenas 11 meses de vida, após o falecimento dos irmãos Afonso e Pedro. Governou o Brasil por três vezes, mesmo numa época onde os homens dominavam a política do país.
A escravidão estava tão presente na vida do império que as tentativas de aboli-la acabavam indo de encontro ao conservadorismo dos fazendeiros e proprietários. Enquanto a princesa aliava-se ao movimento popular, o Ministério de Cotegipe defendia a manutenção dos escravos. No dia 13 de maio, a princesa assina a Lei Áurea, mesmo perdendo o seu trono.
Um ano depois, com a Proclamação da República, a princesa embarca junto com a família para o exílio na Europa. Sua velhice foi tranquila, rodeada do marido, filhos e netos. Nos últimos anos de sua vida, com dificuldades para se locomover, era empurrada numa cadeira de rodas e em 14 de novembro de 1921, aos 75 anos, faleceu.
A princesa é ainda lembrada no Brasil, pelo seu ato e mérito, como a Redentora dos escravos, abrindo novos espaços para o país. De fato, a escravidão foi extinta em 1888, mas sua herança permanece em nossa sociedade, pois, ainda há grande discriminação racial, social e econômica de negros, mulatos e pobres. O objetivo maior do movimento abolicionista e da princesa era acabar com o sistema escravista e com toda escravidão, mas não foi atingido.
Infelizmente ainda vivemos num país racista, e se a lei Áurea não tivesse sido assinada há 116 anos, voluntariamente ou não, pela Princesa Isabel iriam, com certeza, sofrer as consequências e não a família Real..
Os escravos foram libertos dos trabalhos forçados, as senzalas já não existem, porém os homens continuam escravos do pecado, é dever de todos buscar o conhecimento de Deus e aceitar a Jesus como senhor e salvador. Jesus está disposto a dar carta de alforria libertando e perdoando à todos, At.17.30 Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam,Princesa Isabel
Há 116 anos, o Brasil tinha sua economia baseada na exploração do trabalho escravo. A escravidão existe desde 1530, quando o Brasil ainda era colônia de Portugal. Em 1850 o governo de Pedro II acabou com o comércio de escravos, sendo este um grande passo para à abolição. O movimento pelo fim da escravidão ficou forte em 1879, quando pessoas como Joaquim Nabuco, José do Patrocínio, André Rebouças, luís Gama e Joaquim Serra, começaram a protestar contra o regime.
No dia 13 de maio de 1888, a escravidão foi abolida através da Lei Áurea, que dava liberdade a todos os escravos, assinada pela Princesa Isabel, aos 41 anos, que deixara seu nome definitivamente na história. Por detrás de sua assinatura, havia o clamor de diversas pessoas (cujos nomes citei acima) que lutaram junto com ela para que tal lei fosse implantada.
A princesa Isabel nasceu no Palácio de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, em 29 de junho de 1846. Era filha do Imperador Pedro II e de Tereza Cristina, terceira Imperatriz do Brasil. Torno-se herdeira do trono com apenas 11 meses de vida, após o falecimento dos irmãos Afonso e Pedro. Governou o Brasil por três vezes, mesmo numa época onde os homens dominavam a política do país.
A escravidão estava tão presente na vida do império que as tentativas de aboli-la acabavam indo de encontro ao conservadorismo dos fazendeiros e proprietários. Enquanto a princesa aliava-se ao movimento popular, o Ministério de Cotegipe defendia a manutenção dos escravos. No dia 13 de maio, a princesa assina a Lei Áurea, mesmo perdendo o seu trono.
Um ano depois, com a Proclamação da República, a princesa embarca junto com a família para o exílio na Europa. Sua velhice foi tranquila, rodeada do marido, filhos e netos. Nos últimos anos de sua vida, com dificuldades para se locomover, era empurrada numa cadeira de rodas e em 14 de novembro de 1921, aos 75 anos, faleceu.
A princesa é ainda lembrada no Brasil, pelo seu ato e mérito, como a Redentora dos escravos, abrindo novos espaços para o país. De fato, a escravidão foi extinta em 1888, mas sua herança permanece em nossa sociedade, pois, ainda há grande discriminação racial, social e econômica de negros, mulatos e pobres. O objetivo maior do movimento abolicionista e da princesa era acabar com o sistema escravista e com toda escravidão, mas não foi atingido.
Infelizmente ainda vivemos num país racista, e se a lei Áurea não tivesse sido assinada há 116 anos, voluntariamente ou não, pela Princesa Isabel iriam, com certeza, sofrer as consequências e não a família Real..
At.17.31 porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos. Deus está oferecendo uma nova oportunidade, aproveite-a.
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